(((A VÉIA CAGÂNU)))
Setenta e cinco anos depois, ela está de volta à sua antiga casa. Mas Dona Disgrasssa é lunática e desmemoriada, então não lembra de nada que se passou naquele ambiente. A partir daí, toda a carga sentimental que eu poderia empregar ao texto se perde agora.
A velha sebosa se arrasta pela casa. O dedo indicador enfiado no cu, com o intuito de desobstruir o orifício para o ato de redenção da merdância. Ela se dirige ao banheiro fétido, que há anos não é lavado. Levanta o vestido manchado por décadas de uso Dobra as pernas com muita dificuldade e põe-se agachada sobre uma folha do jornal Correio da Bahia, que usa como latrina.
A pasta amarela que escorre do cu dilatado, daquela bunda seca e enrugada, é responsável pelo fedor insuportável que se espalha entre todas as frestas imundas do ambiente. A lama fecal ultrapassa os limites da folha do jornal e transborda por baixo da porta.
Não para de sair dejeto daquele traseiro calamitoso. E a senil criatura horrenda parece apreciar muito aquelas longas horas em que dá-se a produzir excremento sem pressa. Ela sorri e balança a dentadura postiça na boca, enquanto segura os joelhos, na decrépita e conhecida posição de cagar.
Defecar representa o maior prazer da velha. Ela gargalha sozinha, enquanto observa atentamente a poça amarela tomar as mais variadas formas e se expandir por toda a casa. Todos os cômodos tomados por um tapete de merda pastosa e muitíssimo fétida. A verdadeira casa da disgrasssa. E assim a velha fudida morreu e foi cagar no inferno! PUTAS!!!
Escrito por Sacy A#-3 Bebum às 20h21
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